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Cobra-de-ferradura
Chamam-me Cobra-de-ferradura porque tenho o desenho de uma ferradura na cabeça. Sou uma cobra tímida e por isso escondo-me ao menor sinal de perigo. Tenho no máximo 1,5 metros de comprimento e não sou venenosa para os homens.
Adoro comer ratinhos e outros roedores, osgas, lagartos e pequenas aves. Costumo caçar de dia, mas também ao fim da tarde, especialmente se os dias forem muito quentes.
Cobra-lisa-bordalesa
Sou uma cobra muito delicada. por isso não fujo nem sou agressiva quando me apanham. Sou pequena e na minha cabeça tenho uma mancha em forma de U.
Caço ao final do dia e durante a noite. Às minhas refeições como lagartos, osgas, pequenas cobras e mamíferos muito pequeninos. À sobremesa geralmente são insectos bastante estaladiços ou invertebrados moles .... alguns do tipo gelatina, como lesmas e lagartas.
Como não tenho veneno, liberto um cheiro horrível quando me sinto em perigo. Talvez assim desistam de me fazer mal.
Cobra-de-escada
Porque será que me deram este nome? Já repararam nas duas riscas que tenho nas costas e que vão da cabeça até à ponta da cauda? Agora reparem nos pequenos tracinhos que fazem lembrar os degraus de uma escada.
Embora não faça mal aos homens, confesso que sou muito ágil, rápida e até agressiva quando me sinto em perigo. Chego até a morder se sinto o caso mal parado. Mas não sou venenosa.
Adoro adormecer ao sol depois de uma boa refeição.
Cobra-de-capuz
Sou uma cobra pequenina. Quem olha repentinamente para mim, pode confundir-me com a cobra-lisa-bordalesa devido à cor e aos desenhos, mas se repararem melhor, hão-de ver que sou muito mais pequena.
De dia estou escondida, normalmente debaixo de pedras ou nos buracos das casas velhas. Ao fim da tarde e à noite adoro sair para caçar. A essa hora já a barriga “bate horas” e qualquer lagarto, osga, fura-pastos ou licranço faz uma bela refeição. Durante o dia vou lanchando as lagartixas que encontro distraídas a bronzear-se ao sol. Sou bastante venenosa para os animais que caço, mas sou inofensiva para os humanos.
Cobra-rateira
Sou a maior de todas as cobras, pois posso medir mais de 2m de comprimento. Ao contrário de outras cobras, guardo a noite para dormir. Por isso caço ao longo do dia, a não ser que o calor seja muito. Nessas alturas, prefiro caçar ao anoitecer.
Em pequenina como insectos, mas depois vou crescendo e escolhendo animais maiores, de tal forma que posso caçar pequenos coelhos e sardões adultos.
Podia ser uma atleta, pois para além de me deslocar em terra, posso subir a árvores ou nadar grandes distâncias.
Apesar de ser venenosa para os animais que caço para me alimentar, geralmente não sou perigosa para os humanos.
Aqui entre as cobras, podiam chamar-me de “Avó-rateira”, pois costumo viver pelo menos 25 longos aninhos.
Cobra-de-água-viperina
Olá! Eu vivo muito perto da água. Rios, ribeiros, barragens, charcos, poços ou tanques, são alguns dos locais onde gosto de mergulhar e caçar durante o dia. Apesar de me chamarem viperina, nada tenho a ver com as víboras, pois não sou venenosa e nem sequer chego a morder.
As minhas presas são apenas engolidas e entre elas posso destacar muitos peixes e anfíbios.
Quando sou atacada liberto um cheiro horrível para que desistam de me fazer mal.
Cobra-de-água-de-colar
Ei!!! Tal como a cobra-rateira, eu também posso chegar aos dois metros de comprimento!!! E também frequento os mesmos locais da cobra-de-água-viperina, especialmente se as águas forem calmas.
Por ser verde em adulta, posso até esconder-me melhor entre as plantas de outros locais, como os bosques e os prados onde gosto de apanhar sol. Mas não tenham dúvidas que onde me desloco melhor é na água.
Quando me sinto em perigo também liberto um cheiro horrível. Posso fingir-me de morta à espera que desistam de me fazer mal.
Quando sinto fome, costumo caçar durante o dia ou ao final da tarde nos dias mais quentes.
Cobra-de-água-de-colar
Ei!!! Tal como a cobra-rateira, eu também posso chegar aos dois metros de comprimento!!! E também frequento os mesmos locais da cobra-de-água-viperina, especialmente se as águas forem calmas.
Por ser verde em adulta, posso até esconder-me melhor entre as plantas de outros locais, como os bosques e os prados onde gosto de apanhar sol. Mas não tenham dúvidas que onde me desloco melhor é na água.
Quando me sinto em perigo também liberto um cheiro horrível. Posso fingir-me de morta à espera que desistam de me fazer mal.
Quando sinto fome, costumo caçar durante o dia ou ao final da tarde nos dias mais quentes.
Víbora-cornuda
Olá. Chamam-me cornuda por causa do meu focinho levantado para cima. Faz lembrar um corno... como o dos rinocerontes.
Eu sou a cobra que mais medo meto a toda a gente. Na realidade até sou um pouco venenosa, mas só ataco para me defender.
Imaginem vocês como reagiriam se fossem pisados por um elefante. O que fariam se nessa altura tivessem convosco uma pistola ou uma faca? Pois é... deixem-me viver descansada porque assim não faço mal a ninguém.
No entanto, se morder em alguém, não percam tempo e dirijam-se imediatamente ao hospital. Lá eles sabem o que fazer. Procurem é mexer-se o menos posível.
Se me virem perto das vossas casas e isso vos incomodar, não me matem por favor. Chamem os guardas do nosso Parque Natural, que eles sabem para onde me devem levar em segurança.
No verão, gosto de me refrescar pendurada em arbustos. Noutras alturas deslizo pelo chão, escondendo-me debaixo de pedras, montes de lenha e grandes rochedos.
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